A conselheira da Presidência e da Igualdade da Junta de Andaluzia, Susana Díaz, sublinhou esta quarta-feira que o PSOE é uma formação “proveitoso” para os cidadãos, que “a guerra contra as desigualdades”. Díaz, que a todo o momento confessa que a quantidade andaluza “fomenta o aluguel”, visto que “não podes haver 700.000 casas vazias pela Andaluzia e que uma família não tenha o essencial pra estar pela população”. Sublinhou que “todas as medidas da Junta de Andaluzia foram marcadas pelo emprego desde o primeiro Conselho de Governo”, por causa de “não desejamos perceber o drama do desemprego que temos na avenida”.
Sobre as taxas de emigração, a conselheira falou que “se os adolescentes irão, é responsabilidade de nossas instituições, já que as empresas estrangeiras que lhes é mais barato levar o nosso talento que formar esse entendimento.” PP-A, deixando claro que “os atritos entre a Torre e Juan Ignacio Zoido —presidente dos ‘conhecidos’ andaluzes e prefeito de Sevilha— não podem afectar os interesses da cidade”.
Por último, Díaz sublinhou que “temos tomado nota e os socialistas mudamos, estamos demonstrando a Junta de Andaluzia”. Executiva do PP tem se mostrado “insensível” a estes problemas. Bem como se referiu ao projeto do metrô, o secretário-geral dos socialistas de Málaga. Heredia falou, também, que “mais cedo ou mais tarde, o PSOE dará a mudança de que necessitam os malagueños”.
Cinquenta 000 manifestantes na Praça de Maio. Paralelamente Patricia Bullrich, próximo a Marcos Rocha prepararam um “protocolo de protesto social” pra fazer frente a acusações que começaram a surgir em resposta aos despedimentos e os aumentos das tarifas. Imensos deputados ressaltaram que “o que eles querem é disciplinar a população diante da crescente protesto social”. Como componente punitivo, os manifestantes se lhes adverte que diante de um tribunal, se aplicará as penas do postagem 194 do Código Penal, ou as contravenciones previstas em cada jurisdição. Referentes de diferentes setores da oposição questionaram o protocolo ao advertir que a criminalização do protesto social.
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um Outro ponto de resolução é a cobertura dos meios de intercomunicação no decorrer do protesto. De acordo com o protocolo, os jornalistas precisam ser instaladas numa área definida” pelas forças de segurança, impedindo a cobertura dos fatos. De acordo com diferentes setores, o protocolo, e também demarcar a cobertura jornalística, permite a utilização de armas de fogo e balas de borracha para dispersar cada protesto ou reclamação.
30.000 não pagaria o imposto. 35.000, beneficiando em torno de 750.000 empregados. O debate público restrito. República e da democracia sem a República poderá ser um caos. ↑ “Protegem as rádios Federal pra evitar clausuras de ENACOM”. ↑ “Gravíssimo: o governo federal autorizou o fechamento de rádios “com a força pública””.
↑ “O ENACOM fechou e apreendeu os pcs de duas rádios”. Fórum Argentino de Rádios Comunitárias. ↑ Gustavo Montiel (28 de abril de 2017). “Forte suporte às rádios comunitárias em perigo”. ↑ “Enacom reatribuiu a freqüência boa de uma rádio comunitária com quase 20 anos de trajetória, a outra emissora”.